Há dias em que me orgulho de mim, acima de tudo (deveria ser sempre assim, está visto, mas isso não acontece) .
Nesses (bons) dias, penso em como a vida é bela:
Tenho boas notas, ou pelos menos as que preciso para me sentir suficientemente realizada.
Dou de mim o que posso ao desporto que pratico, o voleibol e aos passatempos que me fazem feliz, a fotografia e a escrita.
Tenho alguns grandes amigos, uns longe, mas mesmo assim, sempre presentes.
Tenho a melhor mãe do mundo, que acima de tudo, luta para me ver sempre feliz.
Tenho os bens materiais que necessito e alguns até que não, mas isso é outra história.
Sinto-me bem comigo mesma e isso é o mais importante.
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