Voou uma voz pelo ar, uma voz serena, calma e doce. Não sei o que era, não sei o que fazia, não sabia nada.
É escrever por escrever, carregar nas teclas não porque fazem sentido, mas porque estão ligadas. É diferente e constrangedor ao mesmo tempo.
Sinto-me (um pouco) perdida no meio de milhões e milhões de pessoas.
Afinal, sou só e apenas mais uma.

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